Não sou rancorosa e muito menos vingativa mas, fique sabendo que a lei que impera na minha vida é a Lei do Retorno.

(Fonte: cybergata)

(Fonte: overdosedeamor)

Tipo eu quando alguma “amiguinha” sua te abraça! 

Tipo eu quando alguma “amiguinha” sua te abraça! 

─ “Minha desordem mental não me atrapalha, ela só não me ajuda!”.

Enquanto ele falava isso, sentia como se meu coração fervesse de amor ao vê-lo porém, minha cabeça girava por não entender nada do que ele dizia. Mas, do que me adiantaria entender se eu só queria estar ali, com ele. Era só no que pensava: nós dois, juntos. Parecia que o universo, pela primeira vez, conspirava ao nosso favor! Enquanto eu olhava atentamente para aqueles lábios carnudos, rubros que se mexiam devagar liberando um som que parecia ser de outra dimensão, ele falava e questionava coisas que jamais imaginei alguém pensar ou ter coragem de falar tão abertamente. No mesmo instante eu pensei: A LOUCURA DELE SE PARECE UM POUCO COM A MINHA. Ele transparecia vida, ele era puro desejo, testosterona pura e eu só queria estar ali, sem complicações, sem problemas, simplesmente ali e o que acontecesse depois, bem, não importará naquele instante.

Você encerrava em mim eu mesma e era uma loucura tudo, como eu sentia, como eu queria me vomitar e ensanguentar e explodir e rodopiar em mim até furar o chão como uma broca desgovernada e depois sair derrubando o mundo como o único pião que sabe a verdade e precisa chacoalhar seu entorno pra não enlouquecer sozinho. Era uma loucura tudo. Mas a morte, o fim, nós, andando calmos, ao lado um do outro, isso me permitiu estar de alguma forma sem querer habitar cada instante do estar e para isso me retirando o tempo todo. E isso pode ser viver mas viver é terrível. E antes, quando eu não sabia viver e me sentia amada, era ainda mais terrível. Daí que sobra essa sensação de uma solidão filha da puta mil vezes pois em nada dá pra ser com você. E tudo bem, não é você, nunca foi, mas escuta a maluquice: é que nada disso impede que eu sinta um amor absurdo por você.
A dor existe pra mostrar que estamos vivos e, às vezes, nos relembrar que nosso coração não é inabalável como pensávamos. E, de vez em quando, nos revelar mortais.